Mensagem trocada
Mandei uma mensagem pelo Facebook e, de tão longa, resolvi postá-la aqui.
Coluna do Adonai |
Outra tentativa de escrever sobre qualquer coisa (ir)relevante |
Mandei uma mensagem pelo Facebook e, de tão longa, resolvi postá-la aqui.
Não sou o Morris Albert, mas tenho meus rompantes de escrever coisas sentimentais.
Nesta última sexta-feira de julho, morreu o pai de um amigo meu.
Ontem fui assistir um filme de minha própria escolha.
Hoje fui ao Aterro com meu filho e lá tem uma pista para skate.
Estávamos lá, eu e o pequeno que gosta de (ver) tudo que é esporte, quando ocorre uma invasão.
"Um dos paradoxos do futebol moderno é que quanto mais o conjunto supera o indivíduo, mais ele depende da jogada individual" LFV
Onde já se viu segurar celular "no" ouvido? Parece com segurar "na" mão?
Quem tem a vida muito tranquila, como eu, acaba olhando pra tudo que não deveria.
Em 2006, descobri que seria pai e, creio, me fiz pai desde o primeiro momento.
Desde 2006 minha vida saiu do meu pretenso controle (eu sei que ele nunca ocorreu) de uma maneira impensável às vésperas da tormenta. Tormenta de coisas boas, que são a tônica da minha vida, e algumas coisas não tão boas.2010 vem sendo o ano de uma série de reflexões sobre essa minha vida. O término do doutorado, que também começou em 2006, e duas viagens especiais, para BsAs e Paris, são os pontos altos, até agora, da parte egotrip de 2010. No meio disso tudo, por conta de uma foto que uma dessas pessoas que te acompanham pra vida toda publicou em um rede social, uma música-discurso de formatura me veio à cabeça.Não vou detalhar os pedaços que me tocam mais especialmente. Fica pra cada um escolher o seu próprio e, como exercício de advinhação, descobrir aquele que me chamou a atenção em primeiro lugar.Exercício sem gabarito oficial, claro.Sunscreen (http://www.youtube.com/watch?v=xfq_A8nXMsQ)Ladies and Gentlemen of the class of ’99 If I could offer you only one tip for the future, sunscreen would be it. The long term benefits of sunscreen have been proved byPlínio de Arruda Sampaio tem 80 anos e fala sobre o futuro e sobre falar da realidade como ela é.